Através de um comunicado, divulgado esta segunda-feira, 09, a PGR explica que as funções de Lucas Chivukuvuku na instituição "não incluíam responsabilidades específicas para a investigação de crimes ou capacidade para determinar restrição de movimentos financeiros no âmbito da instrução processual".

O esclarecimento da PGR rebate as declarações proferidas pelo líder da CASA-CE e tio da vítima, Abel Chivukuvuku, para quem o sobrinho pagou com a vida o facto de ter sob sua responsabilidade "casos muito sensíveis".

Descartando, na falta de mais elementos, "qualquer presunção de que a morte [de Lucas Chivukuvuku] tenha como motivação uma eventual perseguição por razões profissionais", a instituição acrescenta que o malogrado trabalhava como Oficial de Diligências nos serviços da PGR junto da área dos Crimes Económicos do Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Luanda.

A PGR promete ainda envidar "todo esforço para o esclarecimento das circunstâncias em que o prematuro infausto ocorreu".