O basquetebol angolano está a viver um fenómeno estranho, devido à fuga massiva de atletas com talento e com fortes possibilidades de servirem as selecções nacionais.

A inquietação foi manifestada por Moniz Silva, presidente da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), durante a conferência de imprensa que serviu para oficializar o vínculo contratual do seleccionador nacional, Pep Clarós, por mais dois anos.

"Jogadores e jogadoras com talento desaparecem, de repente, dentro de um programa organizado e deixam de servir as selecções, o que é perigoso, porque podemos colocar em causa o próprio basquetebol", alerta.

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