O Executivo angolano apresentou à Assembleia Nacional uma proposta de lei que aprova o Estatuto das Organizações Não-Governamentais (ONG) que diz que estas, sendo nacionais ou estrangeiras, pretendendo realizar quaisquer actividades em território nacional, deverão ser monitoradas por instituições do Estado. Algumas associações entendem que este monitoramento é uma clara ingerência nos seus assuntos internos e um grave retrocesso em matéria de liberdades fundamentais.