Depois de um forte investimento no sector, com a construção de raiz das fábricas do Bom Jesus (CIF), do Kwanza-Sul (FCKS) e a segunda linha da Nova CIMANGOLA, o País passou a ter uma capacidade instalada de produção de cimento estimada em 8,6 milhões de toneladas por ano, com um excedente que permitia a exportação.

O reatamento de grandes obras do Estado, a pressão pelas divisas para a aquisição de peças de reposição, a paralisação das fábricas do Bom Jesus e a do Kwanza-Sul, bem como a redução da oferta de clínquer no mercado e do combustível (HFO), estão entre as causas da alta de preços do cimento.

Construtoras e particulares reclamam da escassez do produto e da subida dos preços na ordem dos 10 mil kwanzas para o cimento de referência 42.5 contra os 9.500 para o 32.5 e 8.500 para o 22.5, que antes custavam 5.800 a 6.000 kwanzas no mercado paralelo.

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