Esta contratação visa assegurar a prestação de assistência médica às populações ao nível das unidades sanitárias públicas de topo território nacional e garantir a formação especializada de médicos angolanos, em virtude da urgência e da continuidade dos serviços hospitalares, segundo o despacho assinado pelo Chefe de Estado.
À Ministra da Saúde é delegada competência, com a faculdade de subdelegar, para a aprovação das peças do procedimento, a verificação da validade e legalidade de todos os actos praticados, incluindo a celebração e a assinatura do contrato.
Nas últimas décadas, a Zdravexport manteve uma média de 340 a 350 médicos especialistas distribuídos por várias províncias angolanas.
