Entre os principais desafios, Luís Nunes apontou a mobilização de mais de cinco milhões de potenciais eleitores para o cumprimento do registo eleitoral oficioso e a "reconquista política de Luanda" nas eleições de 2027.
"Nós defendemos unidade, coesão e disciplina partidária, organização, formação política, e valorização dos quadros, comunicação política, informação e mobilização, maior participação da juventude e das mulheres e resolução dos problemas da população", acrescentou.
O actual governador de Luanda defendeu ainda maior articulação entre o MPLA e a governação, apelando aos primeiros secretários municipais, que também exercem funções de administradores, para reforçarem o contacto com as comunidades.
Segundo apurou o Novo Jornal junto da comissão preparatória do 9º congresso, foram já validadas as candidaturas dos primeiros secretários do MPLA no Bengo, Icolo e Bengo, Moxico Leste, Namibe, Cuando e Huambo e Luanda e Kuanza Sul
O 9º congresso ordinário do MPLA realiza-se nos dias 9 e 10 de Dezembro de 2026, na cidade de Luanda. O evento decorre sob o lema "MPLA 70 anos - Compromisso com o Povo, Confiança no Futuro" e contará com a participação de 3.000 delegados vindos de todo o país e da diáspora.
Para a candidatura ao cargo de presidente do MPLA, os proponentes devem reunir o apoio de pelo menos 5.000 militantes distribuídos por todas as províncias do País, garantindo base de suporte geograficamente distribuída e representativa da estrutura nacional.
Os restantes níveis exigem entre 1.000 e 2.500 subscritores, estabelecendo escalas diferenciadas conforme a importância e alcance do cargo a ser disputado.
