Segundo o relatório do SPCB, dos óbitos, seis foram por afogamento, um por suicídio, quatro em acidentes de viação e de trabalho, duas por causas indeterminadas e outras três por queimaduras, desabamento de tecto e queda.

Quanto aos feridos, 28 resultaram de acidentes rodoviários, um de agressão física, três de incêndios e outros quatro de causas diversas.

Os incêndios ocorreram no Huambo, Luanda, Icolo e Bengo, Lunda-Sul, Cubango, Namibe, Benguela, Uíge, Moxico, Huíla, Cabinda, Cunene, Bié, Malanje, Zaire e Cuanza-Sul.

Foram provocados por fogo aberto, como uso de velas, candeeiros e fogões, curto-circuito, negligência e fuga de gás.

Os sectores do ambiente, transportes, energia e empresas foram os mais afectados.