A escassez de meios de protecção dos enfermeiros, como luvas, máscaras, também engrossa as reclamações da Ordem dos Enfermeiros de Angola na Huíla, como confirma o seu presidente, José Carlos Silongua.
"Constatámos alguma melhoria no Hospital Pediátrico Pioneiro Zeca, no Hospital Sanatório e na Maternidade em relação à última visita que efectuámos nesses hospitais. Nalguns centros médicos da periferia do Lubango, constatámos a falta de luvas e máscaras para os enfermeiros durante o trabalho, correndo grandes riscos de contágio".
O Hospital Central do Lubango controla pelo menos 550 enfermeiros destacados em diferentes enfermarias que compõem os sete andares do hospital, em cada andar trabalham mais de 30 enfermeiros, perfazendo acima de 250 enfermeiros distribuídos em dois turnos, das 8h00 às 17 horas, e das 18h00 até às 8h00 do dia seguinte. Os enfermeiros dos pisos, devido à mudança de turno, podem sair perto das 9h30 ou 10 horas.
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