Segundo o gabinete de comunicação institucional e imprensa, da direcção-geral do Serviço de Investigação Criminal (SIC), os funcionários do Ministério do Interior, não trabalharam sozinhos no esquema, tiveram auxílio de três comparsas que estão igualmente detidos.
Os cinco elementos, com idades compreendidas entre os 21 e 26 anos, foram encaminhados para o Ministério Público por fortes indícios da prática dos crimes de sequestro e homicídio qualificado.
Tudo começou na última semana, quando a quadrilha, a bordo de uma viatura de marca KIA Sportage, terá interpelado os comerciantes na via pública para um suposto negócio de compra e venda de ouro.
"No interior da viatura, os implicados anunciaram o sequestro, exibiram uma pistola e exigiram o pagamento de 10 milhões de kwanzas para serem postos em liberdade", explica o SIC.
Nas proximidades da aldeia de Quilomosso, o grupo terá acedido aos telemóveis das vítimas e através da aplicação bancária Express conseguido subtrair 200 mil kz da conta do angolano e três milhões de kz do estrangeiro, fazendo transferências para diferentes contas.
Em seguida, terão disparado contra os homens, de 36 e 40 anos, que morreram imediatamente. Posteriormente, os alegados homicidas terão fugido para parte incerta, deixando para trás os cadáveres.
Por intermédio de uma denúncia, os agentes localizaram e detiveram os cinco presumíveis autores e apreenderam a viatura utilizada durante o suposto crime, concluiu o SIC.






