De acordo com a directora da comissão organizadora do evento, Filomena Oliveira, a competição inédita será realizada no campo dos Mangais, Barra do Kwanza, numa organização da Federação Equestre de Angola (FEQUANGOLA), Comité Paralímpico Angolano (CPA) e Fundação Lwini.

O evento contará com representantes da região austral do continente, destacando-se Angola, África Sul e Namíbia, além de participantes da América e da Europa.

Filomena Oliveira anunciou igualmente a realização para este ano de uma actividade de demonstração de Pólo Equestre junto do complexo Mangais Ecoturismo, localizado na Barra do Kwanza, um projecto que resulta de contactos na sequência da vinda ao país de uma missão empresarial de argentinos em 2012.

Para efeito, foi anunciado que serão trazidos da Argentina 20 cavalos treinados, numa acção desportiva que abarcará também a vertente social.

A organização fará um leilão dos 20 cavalos na qual a Fundação Lwini será a beneficiária para os seus projectos, um dos quais a construção de um centro de hipoterapia e desporto equestre paralímpico.

Estiveram presentes no encontro o presidente e secretário-geral do CPA, respectivamente, Leonel da Rocha Pinto e António da Luz, o director executivo da Fundação Lwini, Alfredo Ferreira, o presidente do conselho de disciplina da (FEQUANGOLA), Januário Marques, e o secretário-geral da mesma instituição, Paulo Alexandre.

A Federação Angolana de Desporto Equestre foi criada em 2009 para a expansão da prática da equitação e todo o tipo de desportos hípicos. Tem três associados de Luanda e os filiados do Huambo e Huíla.

O Centro Hípico Gimunalu (da Funda) é um dos maiores do país, com um picadeiro coberto, uma área de 60X40 metros, um campo de obstáculos com 80x40, hipódromo com bancadas, escola de equitação, 42 boxes, casas de arreios, zona de banho dos cavalos, vestiários, loja de equitação, bar, quartos de banho e zonas de passeio equestre.

Angop/NJ