O secretário-geral da Coordenação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) deixou claro, citado pela imprensa, que, "no dia 11 de Junho, a bola não vai rolar se não houver resposta para os professores organizados, a quem a presidência está agora a criar uma enorme distância, preferindo ficar do lado dos poderosos e ricos em vez do povo".
Para Marcelino Rodarte, esta mobilização amplifica o sentimento de frustração e descontamento dos docentes em relação à revogação de uma lei que prejudicou as pensões dos funcionários públicos.
O clima de insatisfação é generalizado na Cidade do México, com mais de dez mil agentes de segurança em prontidão para garantir a ordem pública e impedir que os manifestantes, que bloquearam a principal avenida no exterior do Estádio Azteca, continuem a passar uma imagem da incapacidade de sediar o Mundial 2026 por parte da organização da competição.
Para mitigar esta situação, o Governo mexicano delineou rotas alternativas. A principal preocupação das autoridades locais é assegurar a chegada pontual das equipas ao recinto, com capacidade para 87 mil espectadores.






