A companhia aérea mantém igualmente activadas as medidas de assistência aos passageiros abrangidos por eventuais alterações à programação, "incluindo contacto directo, reacomodação e possibilidade de reembolso, nos termos das condições comerciais estabelecidas".
Segundo a TAAG, os passageiros afectados durante o período de greve, com viagens previstas entre 11 e 15 de Outubro e bilhetes originalmente emitidos até 10 de Outubro, inclusive, poderão solicitar alterações às suas reservas ou reembolso até 15 de Novembro de 2026, recomendando aos passageiros que confirmem o estado dos seus voos antes de se deslocarem para o aeroporto, através dos canais oficiais da companhia, nomeadamente em www.flytaag.com, ou através do Call Center.
A Administração da TAAG reafirma que "todos os voos realizados cumprem os requisitos de manutenção, aeronavegabilidade e segurança estabelecidos pelas autoridades competentes, sem qualquer flexibilização dos procedimentos técnicos aplicáveis".
Entretanto, os técnicos de manutenção de aeronaves da TAAG, em greve até 15 de Outubro, acusam a TAAG de ter uma "postura intransigente e ilegal", por, na manhã de domingo, " ter impedido o acesso dos profissionais escalados para assegurar os serviços mínimos aos seus postos de trabalho".
O sindicato garante que "após o fracasso das rondas de negociação com a entidade empregadora, os técnicos declararam greve no estrito cumprimento da Lei da Greve", indicando "atempadamente" a lista de técnicos destacados para garantir a segurança e a manutenção essencial das aeronaves (serviços mínimos).
"No entanto, ao se apresentarem ao trabalho, estes técnicos foram barrados e impedidos de entrar nas instalações pela segurança e direção da TAAG2, expõem.
Os delegados de greve alertam para pontos crítico, destacando o risco para a segurança: "A manutenção de aeronaves é uma actividade de alta responsabilidade. Impedir os técnicos qualificados de acederem às aeronaves, ou tentar substituí-los de forma ilegal, coloca em risco a segurança operacional que sempre defendemos", afirmam.
O sindicato dos trabalhadores acusa ainda a TAAG de "má-fé patronal", exponno que a atitude da direcção "demonstra uma total falta de abertura para o diálogo objectivo e uma tentativa de inviabilizar o exercício de um direito constitucional dos trabalhadores".
