João Manuel Simão, técnico do Instituto Nacional da Biodiversidade e Áreas de Conservação (INBAC), do Ministério do Ambiente, disse ao NJOnline que as causas da morte da baleia ainda estão por apurar.

"Muita coisa de mal acontece no alto mar, e as ondas transportam para a costa o lixo que encontram. E isso acontece também com as baleias mortas", referiu.

Segundo o técnico de investigação científica, o mamífero, com doze metros de comprimento, encontrado morto na Ilha de Luanda, vai ser despedaçado e enterrado no aterro sanitário dos Mulenvos, no município de Viana.

A baleia foi encontrada morta, em estado de putrefação, sem uma das barbatanas, que se presume ter sido cortada por pescadores em alto mar.

De acordo com João Manuel Simão, a carne do mamífero é boa para consumo humano, "mas por não terem sido ainda descobertas as causas da sua morte recomenda-se à população para não consumir o animal".

Esta é já a quinta baleia encontrada morte este ano.