Hortêncio Sebastião
Em consequência do ataque cibernético sofrido, há dias, pela maior operadora de telefonia móvel Unitel, várias instituições, empresas e público, em geral, foram igualmente atingidos pelo apagão que, grosso modo, afectou as comunicações, que grande parte das organizações utiliza como ferramenta essencial para a efectivação de transacções e negócios.
Por via disso, não obstante a operadora se tenha desdobrado em esforços, com o intuito de ultrapassar as adversidades técnicas criadas com o ataque cibernético, as sequelas do mesmo ainda se fazem sentir, reflectindo-se em tarefas ainda estagnadas, a exemplo de movimentações financeiras interrompidas, para além de contactos adiados.
Em causa estão 21 milhões de clientes afectos à operadora, segundo dados disponíveis, mediante o uso de telemóveis, redes de internet, entre outros serviços.
Nos dias que correm, anomalias decorrentes do evento malicioso continuam a fazer-se sentir, quer através de ligações cortadas, assim como o acesso à rede Unitel impedido.
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