Na realidade é o ranking que está errado, pois, estamos na categoria do Doing Business, que mede o quão propício é o ambiente regulatório para início e operação de uma empresa local. Aqui, é de facto difícil estar entre os melhores. Mas, se Angola for analisada numa perspectiva do «Doing Bisno», que mede a nossa capacidade de fazer negócio com tudo e a qualquer preço, então certamente estaríamos no topo do mundo.

Poderíamos desfilar inúmeros exemplos do bisno à moda de Angola, como usar excrementos humanos como adubo, vender água suja como água potável, fazer uma "puxada" de energia da casa do vizinho, construir tanques subterrâneos para o garimpo de água, etc.

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