Os seis partidos, segundo comunicado, estiveram reunidos este fim-de-semana, em Luanda, na sede do Bloco Democrático, onde deliberaram a constituição de grupos de trabalho, dedicados à harmonização documental, garantindo que a união seja inatacável perante a Lei dos Partidos Políticos e a Lei Eleitoral.

As forças políticas decidiram igualmente cooperar em actividades comuns e iniciaram a reflexão para a realização de uma Conferência Nacional sobre o processo eleitoral, visando a defesa da transparência e do voto popular.

O Novo Jornal apurou ainda que este encontro serviu para serem definidas "metas e prazos para os próximos passos, assegurando uma dinâmica contínua de mobilização até 2027".

Com este passo, as forças políticas reiteram, avança ainda o mesmo comunicado, que "a união é o instrumento fundamental para salvaguardar o interesse nacional e garantir que a vitória da alternância seja, desta vez, plena e efectivamente concretizada".

O encontro, segundo este documento, reafirmou o "compromisso inabalável das lideranças políticas em atender à vontade soberana do povo angolano pela Unidade para a Alternância Democrática".

A experiência de 2022, segundo estas formações política, demonstrou que a convergência de forças entre partidos e a sociedade civil é o único caminho para a concretização da mudança política pela democracia e desenvolvimento real em Angola.

Realçaram que manter o espírito da Frente Patriótica Unida é o caminho a seguir.