Os movimentos cívicos no mundo contribuem para a democratização, garantia de direitos humanos e transformação das sociedades. Funcionam como mecanismos de pressão sobre o Estado, dando voz aos grupos marginalizados, promovendo mudanças estruturais, políticas e económicas.
Como noutras geografias, em Angola, apesar de o espaço público enfrentar restrições, multiplicam-se os movimentos cívicos em ano pré-eleitoral.
Às associações cívicas já existentes se junta o "neófito" Movimento Social para a Mudança (MSM), cujo líder é o ex-presidente do Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA), Francisco Teixeira.
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