Segundo o despacho presidencial, a infraestrutura - uma construção de tipologia colonial - não beneficiou de qualquer intervenção de reabilitação de carácter estrutural ao longo dos anos.
O documento justifica a urgência das obras com o "desgaste estrutural e inadequações dos espaços", factores que comprometem a utilização segura e eficaz do edifício para as actuais necessidades do MED.
O pacote financeiro autorizado pelo Chefe de Estado inclui o contrato de serviços de fiscalização da obra, com um valor contratual de 2,1 milhões USD.
Para garantir a celeridade e conformidade do processo, o Presidente da República delegou competências à ministra da Educação, com a faculdade de subdelegar. A governante terá a responsabilidade de aprovar as peças do procedimento administrativo, verificar a validade e legalidade de todos os atos praticados e proceder à assinatura dos respectivos contratos.
