Segundo Belmiro Chissengueti, o Sumo Pontífice considera que a riqueza do País deve servir a todos e mostrou conhecer Angola e África.
A Igreja Católica mostrou-se também satisfeita com a sua participação na "transformação de consciências em Angola", considerando que o Papa Leão XIV saiu feliz de Angola e que "a viajem correu bem, tal como estava previsto".
Já a ministra de Estado para a Área Social, Maria do Rosário Bragança, que coordenou a comissão do Executivo para a recepção ao Papa, salientou que o País está de parabéns e que cada angolano, a todos os níveis, deve interiorizar as mensagens do Sumo Pontífice.
Mas, segundo a ministra de Estado, "mais do que interiorizar, as pessoas devem converter as mensagens em acções.
Para Maria do Rosário Bragança, o Governo está satisfeito pela "brilhante recepção e pelo calor humano que os angolanos deram ao Papa Leão XIV".
Sobre a reconciliação nacional, o secretário do Bureau Político do MPLA para a Reforma do Estado, Administração Pública e Autarquias, Mário Pinto de Andrade, afirma que há em Angola uma reconciliação verdadeira entre os angolanos.
Segundo o MPLA, o mais importante para os angolanos é "o amor por Angola em primeiro lugar e não maltratando o País".
Para Mário Pinto de Andrade, se não houvesse reconciliação, não havia vários deputados à Assembleia Nacional de outras forças políticas.
Para Mário Pinto de Andrade, "o problema da Nação é de todos e não somente de quem governa".
Já o presidente da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, mostrou-se satisfeito com o discurso feito pelo Papa Leão XIV, em Luanda, durante o encontra que manteve com as autoridades, sociedade civil e corpo diplomático, no salão protocolar da Presidência da República.
Conforme o líder do maior partido da oposição em Angola, o Papa deixou as mensagens necessárias para um Angola melhor.
Para ACJ, o País está muito longe da reconciliação nacional, tal como afirmou o Papa, que disse que Angola precisa de "olhar para além da dor", defendendo um caminho de reconstrução e reconciliação.
O bispo de Roma deixou Luanda esta manhã, com destino à Guiné Equatorial, onde termina a sua visita ao continente africano.
Durante a sua estadia em Angola, o Sumo Pontífice cumpriu um intenso programa pastoral que o levou às províncias de Luanda, Icolo e Bengo e Lunda Sul.
