O acesso a uma das 20 vagas disponíveis concernentes à obtenção da tão desejada Licença A, em Junho deste ano, exige que os treinadores angolanos tenham a licenciatura ou frequência universitária, domínio da língua inglesa e estar no activo. Os dados foram avançados pelo director-técnico nacional da Federação Angolana de Futebol (FAF), Zeca Amaral, numa recente entrevista concedida à TPA.

As exigências impostas caíram como um "balde de água fria" no seio dos treinadores que consideram a medida desnecessária, numa altura em que o preço do curso também pode ser um obstáculo.

Flávio Amado, treinador principal do Petro de Luanda, afirma que o inglês e o francês não podem ser factores que impeçam os treinadores no acesso à formação.

"Fiz o curso de Licença B na Europa, sem constrangimento. Não me foi exigido o domínio de língua estrangeira, aliás tivemos noções básicas de inglês", lembra. Segundo o treinador, a realização do curso de Licença A, em Junho, é uma forma de valorização de treinadores angolanos, mas chega de forma tardia.

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