Esta operação permite ao Banco de Desenvolvimento de Angola melhorar os seus indicadores de solvabilidade perante o Banco Nacional de Angola (BNA).
O memorando de entendimento foi assinado esta terça-feira, 15, pelos presidentes dos conselhos de administração do BDA, João Quintas, e da Recredit, Mirian Ferreira, à margem da 5ª sessão extraordinária da equipa económica, dirigida pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.
A Recredit, uma espécie de "banco mau", foi criada para gerir activos "tóxicos" e aparecer como a ferramenta do Estado para liderar o esforço de recuperação de crédito "malparado", especialmente do BPC, em 2016, ano em que começou a surgir com maior intensidade informação sobre o volume dos créditos malparados na banca comercial estatal.
A instituição financeira foi autorizada, em 2023, a estender o seu campo de actuação, prestando o mesmo serviço à banca comercial privada ou outras instituições de crédito.
