A mostra foi inaugurada à margem da 20ª Sessão do Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU), um mecanismo concebido para preservar a independência, transparência, integridade e a objectividade do Conselho dos Direitos Humanos, na avaliação dos países membros.
Será nesse fórum que Angola vai expor nesta quinta-feira (30) o seu relatório sobre promoção dos direitos humanos, no período 2010-2014, em que recebeu dos países membros 166 Recomendações, das quais 158 aceites, como ponto de partida para fortalecer a justiça e os direitos fundamentais.
A exposição fotográfica ressalta a importância e o crescimento do sector hídrico em Angola, com a construção de barragens e a recuperação de estradas como dois pilares importantes.
Nessa amostra, que tem como pano de fundo atrair e mostrar aos visitantes estrangeiros facetas importantes do crescimento do país, ilustra-se o processo de construção de novas escolas e centralidades, além da eficácia do sector agrícola no país.
Segundo o ministro da Justiça, Rui Mangueira, que falava no acto de abertura da inauguração, trata-se de uma importante iniciativa, pois ajudará a promover a imagem externa de Angola.
Disse ser uma oportunidade para mostrar ao mundo como andou o desenvolvimento do país, nos últimos 12 anos.
Convívio político-diplomático
Ainda na quarta-feira à noite, a delegação angolana esteve reunida num encontro de confraternização, organizado pela Embaixada de Angola, que teve como ponto alto uma breve intervenção do titular da Justiça e dos Direitos Humanos sobre o quadro jurídico das liberdades e garantias no país.
Rui Mangueira declarou que o Executivo angolano tem feito um trabalho que assenta no desenvolvimento de infraestruturas, capital humano, saúde e da educação.
Referiu que a matéria dos direitos humanos faz parte das preocupações centrais do Executivo, que tem feito vários esforços, com realce para o desenvolvimento das crianças.
Referiu-se também às mulheres, que têm recebido grande atenção, especialmente no domínio da protecção e da integração em diversos domínios.
Adiantou que outro domínio no qual o Executivo tem dado atenção são os direitos civis e políticos, sublinhando que vigora em Angola um sistema multipartidário, que permite ao governo trabalhar com as ONG nacionais e internacionais e com a sociedade civil.
A delegação angolana é chefiada pelo ministro da Justiça e Direitos Humanos, Rui Mangueira. Integra ainda os secretários de Estado das Relações Exteriores, do Interior, da Saúde, da Família e Promoção da Mulher, para os Assuntos Jurídicos e Judiciais da Presidência da República e o Representante Permanente de Angola junto da ONU, em Genebra.
Angop/NJ

