A cimeira foi desenhada pelos governos de França e do Quénia, e, segundo a organização do evento, "privilegia uma visão de África como um mercado dinâmico e integrado, com cerca de 1,5 mil milhões de habitantes, colocando no centro os jovens, empreendedores e inovadores que impulsionam a transformação digital e económica do continente".

A cimeira abre com um fórum de negócios no campus da Universidade de Nairobi, que reúne mais de 1.500 líderes empresariais africanos e franceses, de modo a prromover parcerias, investimento e ligação entre formação, empregabilidade e inovação.

No dia 12, data do encerramento da cimeira, mais de 30 líderes africanos, juntamente com os Presidentes William Ruto e Emmanuel Macron, reúnem-se no Centro Internacional de Convenções Kenyatta (KICC).

O evento culminará com a adopção da declaração de Nairobi, documento que consagrará compromissos concretos de investimento e cooperação. As conclusões serão igualmente apresentadas na Cimeira do G7, em Évian, França, reforça a organização da cimeira.

A delegação angolana é encabeçada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.

O encerramento desta cimeira será ao som dos artistas africanos Fally Ipupa, Yemi Alade, Bien, Sauti Sol, Jose Chameleone e Nomcebo, que se reunirão num concerto no Ginásio Coberto de Kasarani.