A informação foi avançada pelo médico local, Lubambo Makoko Gaston, citado pela BBC. Segundo o responsável, não é ainda claro se os homens tinham alguma ligação familiar à criança ou quais foram as motivações do rapto.
As autoridades de saúde alertam que a desconfiança de parte da população em relação aos centros de tratamento do ébola continua a representar um dos maiores obstáculos ao combate à doença. O receio e os rumores em torno dos tratamentos especializados têm alimentado a resistência de algumas comunidades às medidas sanitárias.
O incidente ocorre numa altura em que as equipas médicas intensificam os esforços para conter a propagação do vírus na região, considerada uma das mais afectadas pelos surtos de ébola no país.
Segundo a mesma fonte, os centros de tratamento da doença foram atacados múltiplas vezes durante a epidemia, com 200 mortes e 840 casos confirmados.
Já o director médico da Clínica Bénedicte, Sonny Mwembo, citado pela Africanews, frisou que "está a haver uma queda no número de mulheres que aceita fazer consultas pré-natais. Isso pode levar a mais complicações obstétricas e, em última instância, a um aumento nas mortes maternas, assim como mortes fetais e neonatais."









