Na qualidade de porta-voz, Manuel Sabonete Camati passa a ser o responsável pela divulgação das informações institucionais da CNE e pelo relacionamento com os órgãos de comunicação social.
A CNE estava sem o porta-voz desde 2024, altura que Lucas Manuel João Quilundo, que desempenhava esta função, foi designado juiz conselheiro do Tribunal Constitucional (TC), pelo Presidente da República, João Lourenço, para preencher a vaga existente neste tribunal superior, para um mandato de sete anos não renováveis.
Os membros apreciaram e deliberaram sobre vários temas estruturantes para o funcionamento da instituição e para a organização do próximo ciclo eleitoral nacional.
Entre os principais pontos da agenda foi avaliado o relatório-síntese dos concursos públicos realizados para apoio ao processo eleitoral do próximo ano, iniciativa que visa assegurar os meios logísticos e técnicos necessários à preparação das próximas eleições gerais no país.
Refira-se que depois de o Tribunal Constitucional (TC) ter considerado improcedentes os dois processos interpostos pelo Grupo Parlamentar UNITA, o Parlamento deu "luz verde" à nova composição de membros para a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), que está neste momento sem representantes do principal partido da oposição.
Com a aprovação pelo Parlamento da nova CNE, mantém-se a estrutura com nove comissários indicados pelo partido MPLA, um pelo PRS, e igual número para a FNLA e pelo PHA, à luz das eleições gerais de 2022.

