Há quem, antes de sair de Angola, tivesse exercido a função de professor, engenheiro informático, jornalista, enfermeiro, bancário ou advogado, mas, ao decidir largar tudo e emigrar para Portugal, viu-se "forçado" a reinventar-se e a abraçar profissões nunca praticadas, para se manter em terras lusas.

Entre as áreas que se destacam, estão fábricas, construção civil, serviços sociais (cuidadora de idosos ou crianças), estética, lojista, restauração e jornalismo. São poucos os que conseguiram manter o emprego na área em que trabalhavam em Angola.

Estas pessoas, na sua maioria jovens, que engrossam o número de angolanos em Portugal, estimado em 92.348 pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), tiveram de se adaptar também ao clima, à cultura e aos novos horários de trabalho.

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