"As políticas públicas destinadas aos jovens devem ser sustentáveis e acompanhadas de estudos e financiamento", reagiu o político, apontando a educação, a formação profissional, o emprego, a habitação, o crédito e o empreendedorismo como áreas fundamentais para a criação de oportunidades.

O presidente da UNITA; Adalberto Costa Júnior, propôs formalmente a criação de um "Fundo Soberano Jovem", que prevê a canalização de uma percentagem fixa das receitas do petróleo e minerais estratégicos para financiar o desenvolvimento dos jovens angolanos.

De acordo com a proposta, todos os cidadãos angolanos entre os 18 e os 35, teriam direito a uma conta digital, acessível directamente através do telemóvel.

O dinheiro não será entregue em espécie ou para consumo imediato, os recursos serão obrigatoriamente aplicados como capital de desenvolvimento pessoal em áreas como educação, formação profissional, habitação, saúde e incentivo ao empreendedorismo.

A administração seria feita por uma entidade totalmente independente composta por membros da sociedade civil, universidades, igrejas, sindicatos e representantes da própria juventude, com contas públicas geridas sob auditorias internacionais.