"A nossa escolha para 2026, é um convite à coesão, ao diálogo e à participação de todos, jovens, mulheres, líderes comunitários, trabalhadores e cidadãos", escreveu o líder da UNITA na sua página de Facebook.

De acordo com o político, 2026 será lembrado como o ano em que "escolheram caminhar juntos, aprender uns com os outros, ouvir e construir um futuro onde cada angolano é chamado a participar, contribuir e sentir-se parte de uma nação livre, justa e próspera".

"Porque quando nos reunimos em torno de um sonho partilhado, a nossa força deixa de ser soma de partes isoladas e torna-se um movimento de transformação real", refere Adalberto Costa Júnior.

"O ano de unir energias em torno de um projecto comum, fortalecer o diálogo como instrumento permanente de coesão nacional, rejeitar a divisão e o medo, que tanto atrasaram o nosso desenvolvimento e abraçar a alternância democrática como expressão maior de responsabilidade colectiva", destacou.

A consolidação da Ampla Frente Patriótica para a alternância do poder em Angola, reúne consenso de várias figuras históricas do principal partido da oposição.

O general angolano na reforma Lukamba Paulo "Gato", antigo secretário-geral da UNITA durante a liderança de Jonas Savimbi, afirmou que 2026 deverá marcar a consolidação da Ampla Frente Patriótica para a alternância do poder em Angola, sublinhando o papel do maior partido da oposição como força agregadora no processo de mudança política.

"A UNITA tem-se afirmado de forma consistente como facilitadora da defesa dos valores da democracia, da boa governação e do serviço à cidadania, assumindo-se como promotora de soluções nacionais inclusivas e de consensos alargados", acrescentou.

Segundo o antigo dirigente, a dinâmica interna do partido, sobretudo após o 14º congresso da UNITA, realizado em Novembro de 2025, reforçou a sua vocação histórica de unir as "forças vivas da Nação" em torno de um objectivo estratégico comum: uma mudança responsável, estruturada e pacífica no país.