"A Fulgenios há muito que já não faz manutenção dos equipamentos devido a dois milhões e meio de dólares de dívida que o MINSA tem com a empresa", revela Lurdes de Freitas, sublinhando que a situação já se arrasta há mais de seis meses.

Sobre o assunto, o Novo Jornal contactou a empresa alemã, e uma fonte desta instituição, sem gravar entrevista, garantiu que a dívida existe.

Em contrapartida, enquanto o problema não é solucionado, os doentes, em vez de realizarem quatro horas de sessões, fazem apenas três horas de diálise, o que preocupa a associação.

"É muito grave, pois a falta de sessões pode levar à morte do paciente. A comunicação entre o rim e o coração fica nula, o coração acaba por inflamar e, eventualmente, rompe-se. O meu esposo morreu dessa maneira, e há muitos doentes nesta mesma situação aqui no centro, facto que nos preocupa. São muitas vidas em jogo", alerta Lurdes Freitas.

Leia este artigo na íntegra na edição semanal do Novo Jornal, nas bancas, ou através de assinatura digital, pagável no Multicaixa. Siga o link: https://reader.novavaga.co.ao/