Nas vias principais e secundárias registaram-se inundações devido às deficiências no sistema de drenagem.
A procura por táxis (candongueiros) e autocarros disparou constatando-se longas filas nas paragens, e muitos motoristas estão a fazer rotas curtas.
Muitos trabalhadores chegam aos postos de trabalho com horas de atraso ou vêem-se impossibilitados de comparecer, afectando o funcionamento de empresas e serviços públicos.
A lama e as águas paradas nos bairros periféricos dificultam a saída de casa, obrigando muitos funcionários a caminhar por zonas alagadas para conseguir transporte.
O período chuvoso em Luanda acentua o perigo de desabamentos e propicia o aumento de doenças sazonais como a malária e diarreias agudas, sobrecarregando os hospitais locais e aumentando o absentismo laboral.
As autoridades de protecção civil recomendam redobrar os cuidados nestes períodos, evitando zonas de forte correnteza.
