Há a montoados de lixo na Centralidade do Sequele. Por altura desta reportagem, quarta-feira, 15, o Novo Jornal encontrou ruas com resíduos. Na via principal, o cheiro era "nauseabundo". De acordo com os moradores, a situação está assim desde a madrugada de sábado, após a Empresa de Limpeza e Saneamento de Luanda (ELISAL) retirar os meios do Sequele, por força da nova Divisão Político-Administrativa (DPA) que "desmembrou" o município da capital do País para a província do Icolo e Bengo.

O NJ encontrou oito cooperativas convidadas pela Administração Municipal a recolher os resíduos, usando motorizadas de três rodas, vulgo "Kaleluia", para "mitigarem" a situação. As cooperativas receberam os meios de transporte no âmbito do Projecto de Inserção Social de Catadores de Resíduos Sólidos (PICAR), programa do Ministério do Ambiente.

"Trabalhamos de segunda a sábado até às 12h00. Todas as manhãs, a quantidade de lixo é a mesma", relata a responsável de uma cooperativa, que pref ere o anonimato.

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