Com o aumento do tom da crítica pela demora na chegada de serviços anunciados aquando do lançamento do Programa Integrado de Infra-estruturas, há quatro anos, começa a ser questionado o papel do fiscal das obras, a Dar Angola Consultoria Limitada, empresa sem concorrência num segmento de negócio que, segundo especialistas, exige fiabilidade na previsão dos prazos.
O nome da sucursal da Dar Al-Handasah, empresa de origem libanesa, salta para a praça pública agora que se verificam atrasos na execução de furos no campo do Chiúle (Catumbela), fundamental para a solução da crise de água na zona alta do Lobito.
Há dois meses, conforme os levantamentos feitos pelo Novo Jornal, existiam apenas dois dos sete furos previstos, todos enquadrados nas chamadas obras emergenciais.
Leia este artigo na íntegra na edição semanal do Novo Jornal, nas bancas, ou através de assinatura digital, pagável no Multicaixa. Siga o link: https://reader.novavaga.co.ao/

