Trabalhadores do Entreposto Aduaneiro de Angola (EAA), a entidade que volta a gerir a Reserva Estratégica Alimentar, contestam a forma como o Conselho de Administração leva a cabo um processo de despedimentos, por alegadas limitações financeiras, com procedimentos que podem estar a conformar um conjunto de ilegalidades, soube o Novo Jornal.
O anúncio de extinção de 150 postos de trabalho, sem "ligação directa à actividade da empresa", foi feito, a 29 de Dezembro de 2023, conforme um documento assinado pelo presidente do Conselho de Administração, Eduardo Júlio de Almeida Machado, sem que o Sindicato fosse notificado.
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