Como o Novo Jornal apontava no Domingo, 18, dia em que os portugueses escolheram os dois candidatos que vão disputar o segundo "round", Seguro e Ventura já estão de luvas postas para subir ao "ring" da campanha eleitoral, que será agora entre, como o socialista (na foto) avançou já, os "progressistas e democratas e os extremistas" da direita radical e fascista.
Seguro recebeu 31,04% dos votos válidos, enquanto Ventura obteve 23,61%.
Nenhum dos concorrentes alcançou mais que os 50% de votos necessários para vencer ainda no 1º turno.
Em terceiro lugar ficou Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, à frente de Gouveia e Melo e de Marques Mendes, apoiado pelo PSD.
Quanto aos resultados apurados na votação em Angola entre a comunidade portuguesa, Ventura, que também ganhou nos restantes países lusófonos, incluindo o Brasil, conseguiu 42,06 por cento enquanto Seguro se ficou pelos 23,36%.
Na memória recente está ainda a polémica gerada pelas declarações do líder do Chega sobre o discurso do Presidente João Lourenço no contexto do 50º aniversário da independência nacional.
O líder do Chega, criticou na semana passada as declarações do Presidente angolano sobre o colonialismo português e a reacção de Marcelo Rebelo de Sousa, que, presente no acto, segundo André Ventura, deveria ter abandonado o local em protesto.
Ventura tem um longo e sólido registo de ataques políticos aos imigrantes em Portugal, nos quais a comunidade angolana é das mais relevantes e está a crescer nos últimos anos, sendo já a 3ª maior, com mais de 93 mil residentes.
Na memória recente está ainda a polémica gerada pelas declarações do líder do Chega sobre o discurso do Presidente João Lourenço no contexto do 50º aniversário da independência nacional.
O líder do Chega, criticou na semana passada as declarações do Presidente angolano sobre o colonialismo português e a reacção de Marcelo Rebelo de Sousa, que, presente no acto, segundo André Ventura, deveria ter abandonado o local em protesto.
Ventura tem um longo e sólido registo de ataques políticos aos imigrantes em Portugal, nos quais a comunidade angolana é das mais relevantes e está a crescer nos últimos anos, sendo já a 3ª maior, com mais de 93 mil residentes.
A última vez que os portugueses tiveram de voltar às urnas para escolher seu presidente foi há 40 anos.

