A situação dos espaços verdes em Luanda continua a ser um assunto que divide opiniões. Em 2021, por exemplo, cerca de 500 milhões de kwanzas foram investidos pela empresa Sagribengo, representada pela ExpoGarden, para a manutenção, reabilitação, recuperação e conservação dos jardins e largos do País. A iniciativa encabeçada pela ExpoGarden fez parte do projecto "Adopte um jardim" e foi uma parceria público-privada com a Comissão Administrativa da Cidade de Luanda.
Passados alguns anos, o estado de alguns jardins e largos beneficiados pelo projecto "Adopte um Jardim" já não é o mesmo. Hoje, mais facilmente um citadino ou turista encontra árvores, jardins e largos no casco urbano do que nos demais pontos administrativos da capital.
O ambientalista Vladimir Russo diz que não há áreas verdes adequadas que estão previstas no plano director de Luanda, existindo, nesta altura, mais betão. O especialista realça que os espaços verdes servem também como barreira para a poeira. "Há muita circulação automóvel e poeira em Luanda. Os índices de material particulado fino que circulam em Luanda são, de alguma forma, elevados, com base nalguns estudos que são feitos em zonas específicas", esclarece.
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