Em carta aberta ao Presidente da República, João Lourenço, e aos líderes políticos nacionais, a FOA manifesta "profunda preocupação" com a persistência de presos políticos em Angola e apela a uma urgente libertação imediata e incondicional.
"Dirigimo-nos, igualmente, aos presidentes dos partidos políticos com assento na Assembleia Nacional, para que assumam uma posição clara e responsável em defesa da liberdade, da dignidade humana e do pluralismo democrático", refere a carta.
Datada de 06 de Janeiro de 2026 e assinada por Florindo Chivucute, director-executivo da FOA, a missiva alerta que, a um ano do próximo processo eleitoral, o número de presos políticos angolanos continua a aumentar.
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