Em menos de uma semana, o Porto do Lobito selou a renovação de dois contratos para concessões, num dos casos, relativo ao serviço público de atracagem e desatracagem de navios, com a empresa que gerou controvérsia quando o Conselho de Administração abriu o ciclo de transferências de funcionários para os concessionários.
A partir de 17 de Maio deste ano, o reboque, serviço vital para uma movimentação segura de navios, volta às mãos da operadora Timoneiro - Sociedade Angolana de Serviços Marítimos, cujos sócios foram apresentados por sindicalistas como figuras próximas ao ex-ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás.
Nunca submetida a concurso público, a Timoneiro, conforme levantamentos feitos pelo Novo Jornal, foi criada em 2014, integrando a Repartição Fiscal do Lobito, e conta com capital social de 150 mil Kwanzas.
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