O presidente do MPLA, que discursava na reunião do comité central, que vai convocar o 9º congresso ordinário, referiu que a eleição destes membros visa conferir justiça, porque estes têm feito trabalho para o crescimento do partido.

João Lourenço disse que o partido tem realizado grandes actos de massas em todo o País, mas os seus militantes "não podem dormir com os comícios, porque os comícios não ganham eleições". Por isso orientou os militantes do partido a trabalhar porta-a-porta, para mobilizarem mais pessoas e reforçar o partido.

O presidente do MPLA, que mostrou confiança nos resultados das eleições em 2027, garantiu que o seu partido é o que mais que promove o diálogo com a sociedade.

O também Presidente da República disse que os militantes do MPLA não podem descurar a mobilização nas redes sociais, embora tenha admitido que, pessoas de má-fé, as usam sobretudo para difamar dirigentes do partido.

João Lourenço alertou também os militantes para o que considera ser uma tentativa de alguns sectores de antecipar narrativas de fraude eleitoral no País.

Defendeu que o partido deve manter o foco no seu trabalho político, mas também estar atento para "desmontar o discurso antecipado da suposta fraude eleitoral".

O presidente do MPLA lembrou que nas últimas eleições circularam alegações sobre a existência de um alegado "túnel" ligado a um esquema de fraude, afirmação que, segundo disse, nunca foi comprovada.

"Diziam saber da existência de um túnel que nunca conseguiram mostrar a ninguém, mesmo quando desafiados a fazê-lo perante as autoridades e, se necessário, perante observadores internacionais", afirmou, frisando que, apesar de existir um clima de abertura democrática, continuam discursos que promovem ódio, violência e intolerância política entre os cidadãos.