O chefe dos serviços aduaneiros da Sétima Região Tributária, Nilton Caputula, citado pela Rádio Nacional de Angola, explica que, por partilhar uma longa fronteira com a RDC, a circulação ilegal de combustível na Lunda-Norte torna-se mais fácil.

Disse, também, que os contrabandistas têm recorrido a novas estratégias para escapar aos efectivos. Entre elas, o armazenamento de combustível na mata, na qual o produto permanece escondido até surgir uma oportunidade para ser transportado por caminhos alternativos.

O responsável especificou igualmente que, em média, as autoridades locais têm apreendido entre 600 a 750 litros e que as motorizadas de duas ou três rodas continuam a ser o principal meio utilizado.

Nilton Caputula assinalou, ainda, que a Lunda-Norte é uma das zonas de maior risco de contrabando e que as últimas apreensões reflectem como os contrabandistas estão mais pacientes e mais cautelosos na sua actuação à margem da lei.