De acordo com o Governo de Luanda, o prédio apresentava condições de insalubridade e com impacto no ambiente urbano, colocando em risco a segurança dos moradores e dos utentes da área envolvente.
Segundo o director nacional de Edifícios e Monumentos do Ministério das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, Hélder Baila, o edifício é constituído por 17 pisos acima do solo e três subterrâneos, enquanto os trabalhos de demolição serão progressivos e têm duração estimada de três meses.
Citado pela mesma fonte, o responsável refere ainda que tudo foi planificado para não afectar a circulação automóvel nas avenidas adjacentes, estando previstas medidas de segurança e sinalização ao longo do perímetro da obra.
O "Prédio de Tijolos" faz parte de um catálogo do Governo com 220 edifícios obsoletos em Luanda e trata-se de uma infra-estrutura que remonta ao tempo colonial, cuja construção foi iniciada naquela altura e nunca chegou a ser concluída, como o Novo Jornal reportou a 28 de Agosto passado.

