Em comunicado, a CPLP recomendou a "retoma urgente da ordem constitucional", considerando esta uma "condição indispensável para a plena reposição da paz e a estabilidade" na Guiné-Bissau, país que se encontra suspenso da organização.

A CPLP reafirmou ainda "o seu firme compromisso na defesa dos princípios e valores basilares do Estado de direito democrático consagrados nos seus actos fundacionais, que caracterizam a Comunidade".

Domingos Simões Pereira está detido desde sexta-feira nas celas da segunda esquadra da Polícia de Ordem Pública (POP), em Bissau, após um período em prisão domiciliária.