"Ontem ouvimos o chumbo de um candidato que quer concorrer à presidência de um partido. As múltiplas candidaturas são difíceis em algumas organizações políticas", referiu quarta-feira, 22, o líder do PRAJA-Servir Angola, fazendo alusão à anulação da candidatura do general reformado Higino Carneiro à presidência do MPLA.
O político, que discursava no encerramento do 1º congresso ordinário da Juventude Servidora de Angola (JSA), braço juvenil do partido PRA-JA Servir Angola, sustentou que "a democracia interna é vital, pois os partidos são os pilares do sistema representativo".
"O primeiro congresso da nossa juventude foi um sucesso. Tivemos quatro candidatos que foram eleitos democraticamente. Isto, nos outros partidos, é um problema sério", acrescentou.
Abel Chivukuvuku lembrou que o seu partido foi vítima destes chumbos, antes da sua legalização pelo Tribunal Constitucional a 07 de Outubro de 2024.
Referindo-se ao actual momento político, declarou que este ano é determinante para criar condições para uma mudança política em Angola, garantindo que o seu partido "está preparado para conduzir o País a um ciclo novo de prosperidade e bem-estar" caso vença as eleições em 2027.
Salientou que o programa de governação do seu partido está focado na proximidade com as comunidades, diagnosticando problemas reais como a pobreza extrema, o desemprego juvenil e a falta de infra-estruturas.
Refira-se que o 1º congresso ordinário da Juventude Servidora de Angola (JSA), braço juvenil do partido PRA-JA Servir Angola, elegeu terça-feira, 21, o jovem Mateus Mutunda Sadraque como novo secretário nacional deste órgão.
O novo secretário nacional, que concorreu com Ivo de Lemos "Cabo Snoop" (72votos) Rui Mangovo (60) e Bartolomeu dos Santos (24), foi eleito com 95 votos dos mais de 200 delegados ao conclave.
O projecto político PRA-JA Servir Angola foi legalizado pelo Tribunal Constitucional no dia 07 de Outubro de 2024.
