A CNE pediu às organizações da sociedade civil - Handeka, Kutakesa, Uyele e Upangue - para que façam prova da sua legalidade, o que pode ser entendido como uma fuga para frente.
Em resposta à petição feita pelas quatro organizações, a que o Novo Jornal teve acesso, o órgão encabeçado pelo juiz Pereira da Silva "Manico" solicita "informações sobre a personalidade jurídica" das mesmas.
O activista cívico Zola Álvaro, afecto à Handeka, considera que a resposta da CNE ao pedido de acesso a documentos administrativos e informações sobre os concursos públicos para o processo eleitoral de 2027 revela uma "postura evasiva e preocupante".
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