Segundo uma directiva saída na última reunião do comité central do MPLA, com essa percentagem, o partido no poder vai confirmar o compromisso com a igualdade de género e a inclusão das mulheres nas estruturas de decisão do partido, alinhado com as prioridades de desenvolvimento social e empoderamento feminino do programa governamental.
O MPLA em Angola tem vindo a promover a participação feminina, resultando na presença de várias mulheres em cargos de topo no partido, no Governo e na Assembleia Nacional.
O actual comité central do MPLA conta com uma presença significativa de mulheres, com 57 membros eleitos no último congresso extraordinário.
Refira-se que na última reunião do comité central do MPLA ficou decidido reduzir a estrutura para 593 membros, o que representa uma diminuição de 14,5 por cento relativamente à estrutura anterior, de 693.
A reforma, segundo o MPLA, mantém os princípios de continuidade de 55 por cento e a renovação de 45 por cento, "garantindo equilíbrio entre experiência consolidada e incorporação de novas lideranças".
Segundo o partido no poder, "pelo menos 15% das candidaturas ao comité central e aos intermédios devem vir da base, garantindo justiça na selecção dos candidatos e valorizando os militantes que acompanham diariamente a vida do povo".

