O instrumento, segundo a UNITA, pretende prevenir potenciais conflitos e actos de violência que possam surgir após o anúncio dos resultados das eleições gerais de 2027.

A UNITA defende que a consolidação da paz social e da estabilidade política constitui um imperativo nacional, sobretudo num contexto marcado pela aproximação de novos desafios eleitorais.

Entre os objectivos centrais da proposta está o reforço da confiança no princípio da alternância do poder.

A UNITA sustenta que o "Pacto de Transição" deve estabelecer bases claras para uma eventual mudança de governação, assegurando que, caso a oposição vença o escrutínio, a transição ocorra de forma pacífica, organizada e estável.