A TAAG considera os atrasos dos voos como um "flagelo" que tem de combater urgentemente e diz que trabalhará "arduamente" para ultrapassar o problema.
Segundo o presidente do conselho de administração, Clóvis Martins Rosa, a companhia aérea terá de ultrapassar as questões dos atrasos e do cancelamento de voos rapidamente para que as pessoas continuem a escolher a TAAG.
"Existem ainda temas a melhorar e nós temos trabalhado exaustivamente. E um dos temos é o dos cancelamentos de voos, que vemos que é um flagelo que temos de combater e estamos a trabalhar nisso arduamente", afirmou o PCA.
Clóvis Martins Rosa afirmou também que a TAAG, no que diz respeito ao processo de expansão, prevê a abertura de novas rotas internacionais.
No que toca ao cancelamento de voos da TAAG, que tem sido duramente criticada, este problema continua a ser uma "dor de cabeça" para muitos passageiros domésticos da companhia angolana, que têm lidado quase todas as semanas com atrasos e cancelamentos de voos.
O cancelamento de voos domésticos é mais frequente na rota Cabida/Luanda, assim como na rota Huíla/Luanda e Huambo/Luanda, tal como tem sido noticiado pelo Novo Jornal.
Entretanto, os constantes atrasos e cancelamentos de voos da TAAG atingem também a linha internacional de voos. Em finais do mês de Maio, por exemplo, uma delegação de deputados da Assembleia de Moçambique, que visitou Angola, viu-se obrigada a permanecer durante dois dias em solo angolano, após o fim da visita, porque a TAAG o anunciou o cancelamento do vôo já depois de terem feito o check in e permanecido na sala do protocolo do Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto à espera da hora da partida.
Ainda em Maio, centenas de passageiros da TAAG, que pretendiam viajar de Windhoek, Namíbia, para Luanda, Angola, ficaram retidos naquele país vizinho durante dois dias, por conta do cancelamento de voos.




