Segundo a directora nacional das Pescas e do Sal em Angola, Fátima Delicado, citada pela Rádio Nacional, esta restrição "já é habitual, tendo em conta que é uma medida de gestão biológica", destinada a conservar e renovar o próprio recurso pesqueiro.
Este período exige também preparação por parte dos pescadores, que devem cumprir as orientações estabelecidas e assegurar antecipadamente o armazenamento das necessidades para esta fase.
A responsável acrescentou que, a partir de 1 de Setembro, a interdição será levantada para todas as espécies, apelando à consciencialização da população sobre a importância desta medida.
"Se queremos ter um peixe bom, gostoso, com um tamanho aceitável nas nossas mesas, então temos de respeitar este período", afirmou.
A pausa na captura do carapau é fundamental para a renovação da espécie e para os consumidores angolanos continuar a ter acesso a este recurso marinho de forma sustentável.



