Em declarações à imprensa, esta segunda-feira, 26, a chefe do departamento do serviço aduaneiro da AGT, Carla do Prado, disse que "as autoridades já identificaram o proprietário das mercadorias", mas recusou-se a dar mais detalhes sobre o empresário, dizendo apenas que "é um cidadão nacional que se encontra sob investigação". O homem ainda não foi detido.
A mercadoria proveniente da China passou pelo Porto de Luanda, por quatro terminais diferentes, depois foi levada para o município de Viana e de lá seria transportada clandestinamente para a RDC.
Foram apreendidos produtos da cesta básica como arroz, massa alimentar, óleo vegetal, açúcar, milho, grão-de-bico, massa de tomate e diversos tipos de refrigerantes.
Questionada sobre o envolvimento de funcionários da AGT no caso, o subcomissário António Pedro da Polícia Fiscal Aduaneira, disse que "até ao momento não descobriram nenhum trabalhador envolvido no esquema".

