De acordo com o Embaixador polaco em Angola, Piotr Mysliwiec, o financiamento do banco está enquadrado numa linha de crédito de longo prazo em que os termos e condições deverão basear-se no estabelecimento de um acordo sobre exportações.

O diplomata acrescentou ainda que a execução dos projectos de investimento público estará na responsabilidade de empresas de origem polaca, enquanto a escolha e áreas para o financiamento estará a cargo de Angola.

O documento foi rubricado pelo director da Unidade de Gestão da Dívida do Ministério das Finanças, Osvaldo João, e o director do BGK, Arkadiusz Zablotonski.

Contou também com a presença do secretário de Estado do Tesouro, Mário de Nascimento, entre outras entidades polacas e angolanas.