Numa declaração em alusão ao dia 14 Abri, consagrado como Dia da Juventude Angolana, a JMPLA refere que "os jovens devem continuar a afirmar-se como protagonistas da transformação social, económica, científica e cultural do País, assumindo-se como sujeitos activos na formulação de soluções inovadoras para os desafios do emprego, do empreendedorismo, da formação técnico-profissional, da cidadania e da participação política consciente".

"Num contexto em que Angola celebra também 24 anos de Paz efectiva, a JMPLA destaca a importância de preservar esta relevante conquista, resultado do sacrifício de gerações e da maturidade do povo angolano", diz a declaração, onde é defendido que "Angola prossegue, com firmeza e visão estratégica, a consolidação dos ganhos alcançados ao longo de mais de cinco décadas de independência, soberania e construção do Estado democrático".

A JMPLA assinala "a contínua atenção do Presidente João Lourenço às questões estruturantes da juventude, com realce para a promoção de políticas públicas para a formação do capital humano, a empregabilidade, o acesso ao crédito, a inovação, o reforço do ensino e à integração progressiva de quadros jovens em lugares estratégicos de governação e decisão2.

O Dia da Juventude Angolana, celebrado a 14 de Abril, é uma data marcada por forte controvérsia política e críticas da oposição.

Organizações de jovens da oposição recusam-se a celebrar o 14 de Abril, argumentando que a data enaltece apenas uma figura do MPLA (Hoji-Ya-Henda, ex-comandante das FAPLA), não representando a totalidade da juventude angolana.

Por isso, defende a revisão da data para um dia de "consenso nacional".